Sexta, 12 Outubro 2018 08:14

Rapaz foi executado com mais de 15 tiros em Assis Chateaubriand nesta madrugada

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Evandro Henrique Batista França de 23 anos, foi morto a tiros na madrugada deste feriado de 12 de outubro, Ramal C, fundos do conjunto Bela Vista em Assis Chateaubriand.

Ele foi localizado por volta da 1h, em uma plantação de soja , próximo a estrada. De acordo com informações da Polícia Militar, uma pessoa ligada a família encontrou o celular da vitima e posterior com os militares no local seguiu um rastro de sangue e localizou o corpo.

O rapaz foi atingido com pelo menos 17 disparos, pois no local foram encontradas várias cápsulas de vários calibres.
O IML de Toledo foi acionado e recolheu o corpo, que será liberado a família para atos fúnebres. A Policia Científica esteve no local.

O rapaz completaria amanhã dia 13 de outubro, 24 anos de idade. Agora cabe a Polícia Civil de Assis Chateaubriand investigar o fato.

Fato envolvendo a vítima no dia 18 de maio de 2018
Evandro Henrique Batista França foi julgado por homicídio ocorrido no dia 8 de abril de 2015, por volta das 21h15, na Lanchonete Paredão localizada na Avenida Industrial no Jardim Progresso contra Silvestre Cardoso de Sá.

Ele foi condenado a um ano de prisão, mas a condenação foi substituida por 'Sursis', que é uma suspensão condicional da pena, aplicada à execução da pena privativa de liberdade, não superior a dois anos, podendo ser suspensa se o condenado não respeitar as regras impostas como prestar serviços a comunidade, não frequentar bares, lanchonetes, boates e outros estalebecimentos do gênero, se apresentar regularmente ao juiz e não se ausentar da comarca entre outras imposições.

Explicando melhor Sursis: É uma medida da política criminal no Código Penal Brasileiro, que tem o fim de estimular o condenado a viver, doravante de acordo com os imperativos sociais cristalizados na lei penal, de onde logicamente para ser concedido é necessário haver convicção de que não haverá perigos à sociedade.

- A sessão foi presidida pelo juiz Sidnei Dal Moro, teve como advogado de defesa Rafael de Souza Katarinhuk e na acusação atuou o promotor Marcelo Pato Cunha.