Sexta, 15 Março 2019 15:11

Deputado Schiavinato assume cadeira na Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados

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Deputado Schiavinato assume cadeira na Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados Deputado Schiavinato assume cadeira na Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados ASSESSORIA

Parlamentar pretende defender as demandas do setor produtivo do Paraná e do cooperativismo

Foi definida esta semana a equipe de deputados que irá compor a Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados. Para a primeira vice-presidência, foi eleito o deputado Neri Geller (PP-MT); para a segunda vice, Luiz Nishimori (PR-PR) e para a terceira vice, José Mário Schreiner (DEM-GO). Os deputados foram eleitos com 45 votos a favor e 2 brancos.
O deputado paranaense José Carlos Schiavinato (Progressistas) é um dos 34 membros titulares. Em seu primeiro mandato como deputado federal, Schiavinato aposta em uma atuação técnica dentro da comissão. “O Oeste do Paraná, assim como outras regiões que representamos, tem sua economia toda baseada na agricultura. Eu não poderia me furtar de participar dessa comissão para ser uma voz atuante do nosso setor produtivo na Câmara Federal. Nosso cooperativismo contava com isso, e eu prontamente atendi a esse chamado”, explica Schiavinato que também é membro suplente da Comissão de Minas e Energia.

O que faz a Comissão de Agricultura
A Comissão de Agricultura discute e vota projetos sobre política agrícola, crédito rural, pesca, cooperativismo, eletrificação rural, irrigação, agrotóxicos, questões fundiárias, alienação e concessão de terras públicas.
No ano passado, a comissão aprovou 245 propostas, mas vários assuntos importantes continuam em discussão. Entre eles, a demarcação de terras indígenas e quilombolas, a compra de terras por estrangeiros e a atualização do Código Florestal. O debate sobre o uso de defensivos agrícolas também deve entrar em pauta.
O coordenador da Frente Parlamentar da Agricultura, deputado Alceu Moreira (PMDB-RS), acrescenta outro assunto a essa lista: a discussão sobre a mudança do modelo de cobrança dos fretes. O debate começou depois da greve dos caminhoneiros, em maio de 2018, e ainda não foi concluído.