Dito Silva

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Troféu Imprensa/José Costa/Arena Sports da Lifac

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A governadora Cida Borghetti autorizou na noite desta terça-feira (24) a convocação de mais 14 aprovados no Curso de Formação de Oficiais (CFO), sendo nove policiais militares e cinco bombeiros. Eles se somam aos 30 aprovados para o curso de três anos na Academia Policial Militar do Guatupê (APMG).

“É o comprometimento do Governo do Estado com a qualificação dos quadros da Polícia Militar. A partir de agora, esses jovens vão passar por um dos melhores cursos de formação de oficiais do país e estarão preparados para servir à sociedade”, disse Cida Borghetti que assinou o documento na presença dos novos aprovados, que estavam na lista de espera do vestibular realizado pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) no fim do ano passado.

A comandante-geral da Polícia Militar, coronel Audilene Rocha, explicou que a ampliação do número de vagas do curso foi resultado de um trabalho conjunto das secretarias da Segurança Pública, Casa Civil, Fazenda e da Procuradoria-Geral do Estado. “Seguimos a orientação da governadora Cida Borghetti e num esforço integrado superamos as barreiras para ter as condições de fazer esse novo chamamento”.

FORMAÇÃO COMPLETA - O Curso de Formação de Oficiais dura 5.400 horas/aula com a prática de temas relacionados com o direito, uso correto de armas de fogo, psicologia, estatística, educação física, direitos humanos e policiamento comunitário. São exercícios teóricos e práticos, além do período de estágio operacional com a supervisão de oficiais formados e experientes.

O curso garante, após três anos, ao então aspirante a oficial o diploma de bacharel em segurança pública, reconhecido pelo Ministério da Educação como curso de nível superior.

A assinatura do decreto contou com a participação do chefe da Casa Militar, Coronel Maurício Tortato; o comandante da Academia Policial Militar do Guatupê (APMG), tenente-coronel Mauro Celso Monteiro, e dos deputados estaduais Maria Victoria e Pedro Lupion.

 

As informações na internet são acessíveis e existem para todos os gostos. Entretanto, nada garante que sejam confiáveis, como se pode ver no fenômeno das fake news (notícias falsas) que causam até mesmo pânico. Justamente para desfazer mitos espalhados pela internet, a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) lançou hoje (24) a campanha #MAISQUEUMPALPITE.
O objetivo é garantir informações confiáveis sobre saúde infantil com foco no desenvolvimento seguro das crianças, envolvendo proteção por meio de vacinas e outros aspectos da infância, como alimentação, lazer, amamentação e imunidade.
De fato, a internet é uma facilitadora de acesso à informação e muitos pais não resistem ao atalho. A analista de recursos humanos Fernanda Camargo Machado, diz que costuma se informar pela internet. “Sigo o pediatra, mas também leio bastante coisa em sites ou redes sociais. Palpites de parentes geralmente não escuto”. Mãe do Mateus, de um ano, Fernanda acredita que, com os pediatras se posicionando sobre os palpites, será mais elucidativo.
O representante comercial Filipe Lima Ferraz diz que ouve apenas os palpites confiáveis. “Sigo palpites de fontes confiáveis, algo que remeta credibilidade. Porém, sempre associado a uma orientação de um profissional da área. Não dá para confiar em tudo que se lê ou assiste!”, pondera o pai da Mariah, de dois anos.
Mãe do Diego, de quatro anos, a analista de cobrança Rosana Archila Michelin diz que confia muito no pediatra do filho. “Eu não ligo muitos para as pessoas que ficam dando palpite sabe, o que faço é analisar tudo, vou sentindo o jeito do meu filho. Sempre ouvimos mais o pediatra. Lógico que já pesquisei na internet, mas mais por curiosidade, para saber para que serve uma vacina, por exemplo, mas nunca deixei de acreditar na importância da vacina”, justifica.
Palpiteiros
De acordo com o presidente do Departamento de Imunizações da SBP, o pediatra Renato Kfouri, os chamados palpiteiros sempre tentaram influenciar a educação e desenvolvimento das crianças. “Antigamente eram as avós, as comadres. Aqueles que já tiveram filhos eram os conselheiros e orientadores dessas mães. Hoje, a gente vê, no mundo digital, as pessoas com acesso muito fácil a informações sobre orientação dos filhos, não só através das blogueiras e influenciadoras, mas também nas redes sociais, de uma maneira geral”, pontuou.
No entanto, o médico pondera que as informações disponíveis na rede nem sempre são confiáveis, o que motivou a criação da campanha. “Na internet se busca informações sobre a melhor chupeta, o melhor andador, a segurança no bebê, como alimentar um filho, então você tem essa informação muito disponível, e essas informações rapidamente disponíveis nem sempre são providas de qualidade ou estão embasadas em evidências científicas”, alerta Kfouri.
Pensando em alcançar pais mais jovens, a campanha #MAISQUEUMPALPITE vai marcar presença em redes sociais como a Instagram e o Facebook. Com linguagem leve, mas com informações de qualidade, a iniciativa também conta com um site próprio, que ainda estava fora do ar no momento da publicação da matéria (www.maisqueumpalpite.com.br).
“A campanha conta com vídeos com um pediatra orientando, de uma maneira lúdica, através de uma interação com um personagem, o boneco Palpitinho. Ele vai fazer comentários, como se fosse um palpiteiro, e o pediatra, a fonte confiável, vai elucidar todos esses temas que a gente julgou que são de maior interesse pelas mães”, explica Kfouri. A campanha vai contar com especialistas dos 35 departamentos da entidade, que vão desde os departamentos de amamentação e nutrição até imunização. A SBP tem apoio da indústria farmacêutica Pfizer
Influenciadores
A estratégia da campanha é colocar informação científica em videoblogues temáticos, além de contar com suas próprias redes sociais. Por isso, haverá vídeos de pediatras visitando os canais de influenciadores importantes no segmento materno-infantil, como a atriz e apresentadora Thais Fersoza. No primeiro vídeo da série, ela conversa com o pediatra Renato Kfouri sobre as principais dúvidas relacionadas à meningite.
Ao longo da campanha, mais pediatras da SBP visitarão outros influenciadores para abordar novas questões importantes no âmbito da saúde infantil, com a participação especial do boneco Palpitinho.
Os vídeos gravados com os influenciadores serão veiculados nas redes sociais de cada um dos participantes e estarão disponíveis no site da iniciativa. Ali, o internauta também poderá conferir informações mais aprofundadas sobre as temáticas abordadas pela campanha, com foco nas várias formas de proteção ao desenvolvimento infantil: seja por meio das vacinas e dos outros fatores que fortalecem a imunidade, ou a partir de medidas adequadas para garantir a segurança das crianças no dia a dia, tanto em casa e nas atividades de lazer como no transporte e em outras situações.
Mitos e temores
Durante o evento de lançamento, foi apresentada uma pesquisa inédita do Ibope Conecta sobre os principais mitos e temores de pais e mães em relação às doenças infectocontagiosas nos dois primeiros anos de vida. A partir de mil entrevistas online realizadas com mães e pais de todas as regiões do país, os dados mostram, entre outros aspectos, os sintomas que mais assustam as famílias, as enfermidades mais temidas, as condutas preventivas adotadas em casa e diferentes traços comportamentais que envolvem essa temática.
Os dados da pesquisa, que ouviu pais das classes A, B e C, apontam que os mitos são populares em todos os estratos sociais. Chuva, vento e sereno são os elementos mais lembrados, por exemplo, quando os entrevistadores perguntam aos pais sobre os fatores que mais expõem as crianças pequenas às doenças infectocontagiosas. Essa relação é apontada, equivocadamente, por 63% da amostra. E a porcentagem sobe para 70% entre os entrevistados da classe A, chegando a 67% na classe C.
Por outro lado, os fatores que, de fato, mais favorecem a transmissão dessas doenças, como a permanência em locais fechados e o convívio com irmãos mais velhos, são menos citados.
Na hora de adotar medidas preventivas contra essas enfermidades as dúvidas aumentam. Embora 94% deles classifiquem a vacinação como uma forma de proteção muito importante, persistem mitos sobre as doses de reforço, a segurança das vacinas e a própria necessidade da imunização. Pelo menos 30% dos pais estão convencidos, por exemplo, de que higiene e cuidados pessoais seriam o suficiente para prevenir essas doenças, o que não é considerável.
O conhecido mito de que as vacinas costumam causar a doença que deveriam prevenir também aparece no levantamento. Pelo menos um a cada cinco pais entrevistados acredita que essa relação é verdadeira, proporção que sobe para mais de 1 a cada três quando se analisa apenas a classe A. Além disso, a porcentagem daqueles que dizem não saber se essa relação é ou não verdadeira também se mostra alta, chegando a 26% na média do total de entrevistados, apontou a pesquisa.
Na avaliação de Kfouri, o campo da vacinação é bastante afetado pelas notícias falsas. “Fake news é um assunto que acaba afetando bastante o campo da imunização. Muitos dos mitos que se espalham pela internet estão na raiz dos movimentos antivacinação, por exemplo”, afirma o médico. Segundo dados do Ministério da Saúde, em 2016, 53% das crianças e adolescentes do país estavam com a carteira de vacinação desatualizada, o que levou a pasta a promover uma campanha de multivacinação no ano passado.

Redação Bem Paraná, com Agência Brasil

 

As informações na internet são acessíveis e existem para todos os gostos. Entretanto, nada garante que sejam confiáveis, como se pode ver no fenômeno das fake news (notícias falsas) que causam até mesmo pânico. Justamente para desfazer mitos espalhados pela internet, a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) lançou hoje (24) a campanha #MAISQUEUMPALPITE.
O objetivo é garantir informações confiáveis sobre saúde infantil com foco no desenvolvimento seguro das crianças, envolvendo proteção por meio de vacinas e outros aspectos da infância, como alimentação, lazer, amamentação e imunidade.
De fato, a internet é uma facilitadora de acesso à informação e muitos pais não resistem ao atalho. A analista de recursos humanos Fernanda Camargo Machado, diz que costuma se informar pela internet. “Sigo o pediatra, mas também leio bastante coisa em sites ou redes sociais. Palpites de parentes geralmente não escuto”. Mãe do Mateus, de um ano, Fernanda acredita que, com os pediatras se posicionando sobre os palpites, será mais elucidativo.
O representante comercial Filipe Lima Ferraz diz que ouve apenas os palpites confiáveis. “Sigo palpites de fontes confiáveis, algo que remeta credibilidade. Porém, sempre associado a uma orientação de um profissional da área. Não dá para confiar em tudo que se lê ou assiste!”, pondera o pai da Mariah, de dois anos.
Mãe do Diego, de quatro anos, a analista de cobrança Rosana Archila Michelin diz que confia muito no pediatra do filho. “Eu não ligo muitos para as pessoas que ficam dando palpite sabe, o que faço é analisar tudo, vou sentindo o jeito do meu filho. Sempre ouvimos mais o pediatra. Lógico que já pesquisei na internet, mas mais por curiosidade, para saber para que serve uma vacina, por exemplo, mas nunca deixei de acreditar na importância da vacina”, justifica.
Palpiteiros
De acordo com o presidente do Departamento de Imunizações da SBP, o pediatra Renato Kfouri, os chamados palpiteiros sempre tentaram influenciar a educação e desenvolvimento das crianças. “Antigamente eram as avós, as comadres. Aqueles que já tiveram filhos eram os conselheiros e orientadores dessas mães. Hoje, a gente vê, no mundo digital, as pessoas com acesso muito fácil a informações sobre orientação dos filhos, não só através das blogueiras e influenciadoras, mas também nas redes sociais, de uma maneira geral”, pontuou.
No entanto, o médico pondera que as informações disponíveis na rede nem sempre são confiáveis, o que motivou a criação da campanha. “Na internet se busca informações sobre a melhor chupeta, o melhor andador, a segurança no bebê, como alimentar um filho, então você tem essa informação muito disponível, e essas informações rapidamente disponíveis nem sempre são providas de qualidade ou estão embasadas em evidências científicas”, alerta Kfouri.
Pensando em alcançar pais mais jovens, a campanha #MAISQUEUMPALPITE vai marcar presença em redes sociais como a Instagram e o Facebook. Com linguagem leve, mas com informações de qualidade, a iniciativa também conta com um site próprio, que ainda estava fora do ar no momento da publicação da matéria (www.maisqueumpalpite.com.br).
“A campanha conta com vídeos com um pediatra orientando, de uma maneira lúdica, através de uma interação com um personagem, o boneco Palpitinho. Ele vai fazer comentários, como se fosse um palpiteiro, e o pediatra, a fonte confiável, vai elucidar todos esses temas que a gente julgou que são de maior interesse pelas mães”, explica Kfouri. A campanha vai contar com especialistas dos 35 departamentos da entidade, que vão desde os departamentos de amamentação e nutrição até imunização. A SBP tem apoio da indústria farmacêutica Pfizer
Influenciadores
A estratégia da campanha é colocar informação científica em videoblogues temáticos, além de contar com suas próprias redes sociais. Por isso, haverá vídeos de pediatras visitando os canais de influenciadores importantes no segmento materno-infantil, como a atriz e apresentadora Thais Fersoza. No primeiro vídeo da série, ela conversa com o pediatra Renato Kfouri sobre as principais dúvidas relacionadas à meningite.
Ao longo da campanha, mais pediatras da SBP visitarão outros influenciadores para abordar novas questões importantes no âmbito da saúde infantil, com a participação especial do boneco Palpitinho.
Os vídeos gravados com os influenciadores serão veiculados nas redes sociais de cada um dos participantes e estarão disponíveis no site da iniciativa. Ali, o internauta também poderá conferir informações mais aprofundadas sobre as temáticas abordadas pela campanha, com foco nas várias formas de proteção ao desenvolvimento infantil: seja por meio das vacinas e dos outros fatores que fortalecem a imunidade, ou a partir de medidas adequadas para garantir a segurança das crianças no dia a dia, tanto em casa e nas atividades de lazer como no transporte e em outras situações.
Mitos e temores
Durante o evento de lançamento, foi apresentada uma pesquisa inédita do Ibope Conecta sobre os principais mitos e temores de pais e mães em relação às doenças infectocontagiosas nos dois primeiros anos de vida. A partir de mil entrevistas online realizadas com mães e pais de todas as regiões do país, os dados mostram, entre outros aspectos, os sintomas que mais assustam as famílias, as enfermidades mais temidas, as condutas preventivas adotadas em casa e diferentes traços comportamentais que envolvem essa temática.
Os dados da pesquisa, que ouviu pais das classes A, B e C, apontam que os mitos são populares em todos os estratos sociais. Chuva, vento e sereno são os elementos mais lembrados, por exemplo, quando os entrevistadores perguntam aos pais sobre os fatores que mais expõem as crianças pequenas às doenças infectocontagiosas. Essa relação é apontada, equivocadamente, por 63% da amostra. E a porcentagem sobe para 70% entre os entrevistados da classe A, chegando a 67% na classe C.
Por outro lado, os fatores que, de fato, mais favorecem a transmissão dessas doenças, como a permanência em locais fechados e o convívio com irmãos mais velhos, são menos citados.
Na hora de adotar medidas preventivas contra essas enfermidades as dúvidas aumentam. Embora 94% deles classifiquem a vacinação como uma forma de proteção muito importante, persistem mitos sobre as doses de reforço, a segurança das vacinas e a própria necessidade da imunização. Pelo menos 30% dos pais estão convencidos, por exemplo, de que higiene e cuidados pessoais seriam o suficiente para prevenir essas doenças, o que não é considerável.
O conhecido mito de que as vacinas costumam causar a doença que deveriam prevenir também aparece no levantamento. Pelo menos um a cada cinco pais entrevistados acredita que essa relação é verdadeira, proporção que sobe para mais de 1 a cada três quando se analisa apenas a classe A. Além disso, a porcentagem daqueles que dizem não saber se essa relação é ou não verdadeira também se mostra alta, chegando a 26% na média do total de entrevistados, apontou a pesquisa.
Na avaliação de Kfouri, o campo da vacinação é bastante afetado pelas notícias falsas. “Fake news é um assunto que acaba afetando bastante o campo da imunização. Muitos dos mitos que se espalham pela internet estão na raiz dos movimentos antivacinação, por exemplo”, afirma o médico. Segundo dados do Ministério da Saúde, em 2016, 53% das crianças e adolescentes do país estavam com a carteira de vacinação desatualizada, o que levou a pasta a promover uma campanha de multivacinação no ano passado.

Redação Bem Paraná, com Agência Brasil

MOTORISTAS DE DIFERENTES PARTES DO PAÍS TÊM SIDO VÍTIMAS DE UM NOVO GOLPE. ELE ACONTECE ASSIM: CRIMINOSOS ANUNCIAM EM SITES, JORNAIS E GRUPOS DE REDES SOCIAIS, VEÍCULOS ZERO QUILOMETRO, COM VALORES BEM ABAIXO DO MERCADO. QUANDO UM INTERESSADO ENTRA EM CONTATO, OS BANDIDOS DIZEM QUE TRABALHAM, OU TRABALHAVAM, EM UMA MONTADORA, E QUE O VEÍCULO FOI UMA INDENIZAÇÃO, OU QUE O COMPRARAM COM DESCONTO DE FUNCIONÁRIOS.
A PARTIR DAÍ, ELES PASSAM UMA FALSA CONFIANÇA AO INTERESSADO. ENVIAM FOTOS VIA WHATS APP, ALEGANDO SEREM DO VEÍCULO QUE ESTÁ SENDO NEGOCIADO, MANDAM VÍDEOS, FOTOS DE DOCUMENTOS… ATÉ QUE PEDEM O DEPÓSITO DE UMA QUANTIA, PARA GARANTIR O FECHAMENTO DO NEGÓCIO. DEPOIS QUE RECEBEM O DINHEIRO, SOMEM.
EMPRESAS COMO FORD, TOYOTA, HONDA, CHEVROLET, FIAT E MERCEDES-BENZ JÁ SE POSICIONARAM SOBRE O GOLPE, E AVISAM AOS INTERESSADOS EM COMPRAR UM VEÍCULO, QUE FIQUEM ATENTOS, E PROCUREM AS CONCESSIONÁRIAS, E A POLÍCIA EM CASO DE DÚVIDAS.


http://edelsonfreitas.com

Ir ao cinema ou mesmo assistir televisão, atividades de lazer corriqueiras entre grande parte da juventude brasileira, é algo praticamente impossível para uma criança surda. Esse cenário, contudo, deve ganhar uma alternativa em breve. É que nos próximos meses será lançado o desenho ‘Min e as Mãozinhas’, que ensina Libras (a língua dos surdos) e é inteiramente em Libras, sendo considerada a primeira produção animada do tipo no país.
Idealizado por Paulo Henrique dos Santos, que mora em Itajaí (SC) e já participou de projetos como Turma da Mônica, Show da Luna e Sítio do Pica-Pau Amarelo, entre outros, o desenho irá contar a história de Min, uma garota que vive num mundo em que as personagens falam as mais diferentes línguas – o elefante, por exemplo, fala o ‘elefantês’ e o gato, o ‘gatês’.
Assim, Min terá de superar barreiras de comunicação. E para tanto, ensinará Libras aos personagens, uma língua que todos podem usar para finalmente se entenderem, fortalecendo a amizada entre eles.

Ideia surgiu a partir de ‘confusão’ dentro de um ônibus
Curiosamente, a ideia de criar ‘Min e as Mãozinhas’ surgiu a partir de uma série de acontecimentos inusitados na vida de Paulo Henrique. Primeiro, no casamento de um amigo, ficou incomodado por não conseguir se comunicar com a cunhada dele, que se comunivaca em Libras. “‘Aprendi judô na escola, mas não aprendi Libras. Por que isso?’”
Mais recentemente, foi vez da namorada de Paulo, a professora de inglês e supervisora pedagógica do projeto, Isabel Hermes, passar por uma situação parecida num ônibus. Um surdo, que também viajava para Itajaí, havia esquecido o carregador do celular. Ele tentava, sem sucesso, pedir para as pessoas ao redor. A maioria ignorava ou falava mais alto, achando que assim ele entenderia.
“Depois disso pensei no despreparo da população e pensei que essa realidade deveria ser apresentada desde a infância. Eu trabalho diretamente com crianças e pensei que poderia ajudar de alguma forma. Em novembro de 2017, então, mergulhei na realidade dos surdos, comecei a pesquisar e pensar no projeto.”
“Essas barreiras de comunicação encontramos todos os dias, no seu dia a dia você pode encontrar com um árabe e, se não souber o idioma, vai ter que dar um jeito de se comunicar. Essa é a idéia básica de abordagem da língua. Libras é a ferramenta de solução e aproximação de realidades, ensinada por uma personagem inteiramente capaz, criativa e divertida”, diz o criador do projeto.
Ainda segundo ele, o desenho tem o objetivo de ser (finalmente) uma opção, de entretenimento para as crianças surdas. Mas não é só isso. Ou melhor, vai muito além disso. “Queremos incentivar o ensino e a curiosidade quanto a Libras para a população, a fim de termos uma sociedade mais inclusiva.”

Episódio piloto já está pronto e estreia será num cinema
Dos 13 episódios pensados para a primeira temporada, por enquanto apenas o primeiro (episódio piloto) já foi produzido. “Estamos à procura de patrocínio para desenvolver os outros 12 episódios”, explica Paulo Henrique.
A estreia do desenho, contudo, deve acontecer em breve, no segundo semestre deste ano. E será num cinema – depois os episódios serão disponibilizados também no YouTube para que todos possam acompanhar as aventuras de Min.
“Iremos exibir primeiramente no cinema, para que as crianças surdas possam finalmente ter um desenho que possam assistir na telona e aproveitar, lugar que até agora não podiam frequentar. Tinham de levar um responsável, olhar para a tela e para o lado, para que ele explicasse, o que é impensável. Então pretendemos mudar isso também”, destaca.
Não à toa, a primeira temporada foi pensada para ter 13 episódios, numa espécie de plano de ensino, com introdução, desenvolvimento de vocabulário, adaptação e revisão. “Isso permitirá à criança se expressar, falar o que gosta, não gosta, o que quer e afins”, explica Paulo Henrique.
Libras
Libras é a sigla de Língua Brasileira de Sinais, um conjunto de formas gestuais utilizada por deficientes auditivos para a comunicação entre eles e outras pessoas, sejam elas surdas ou ouvintes.

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Rodolfo Luis Kowalski

O primeiro mês de vacinação contra a gripe nas clínicas particulares do Paraná está sendo agitado. É que a demanda pelo produto praticamente dobrou em relação ao ano passado, segundo a Associação Brasileira das Clínicas de Vacina (ABCVAC). Com isso, algumas clínicas de Curitiba já começam a sentir falta do produto.
Entre as dez empresas consultadas pelo Bem Paraná, em cinco já não havia mais disponível a vacina trivalente (que incluí vírus similares ao H1N1, HeN2 e o Influenza do tipo B Yagamata) a primeira a ser produzida e comercializada neste ano. Já a vacina quadrivalentes (que traz ainda um vírus similar ao vírus influenza B/Brisbane/60/2008, além das presentes também na trivalente) estava em falta em apenas uma clínica.
De acordo com Geraldo Barbosa, presidente da Associação Brasileira das Clínicas de Vacina, dificilmente haverá uma reposição de estoque das doses de vacina contra a gripe. “As clínicas vão trabalhar só com o que já foi comprado. Estamos tentando fazer uma nova importação, mas é algo que ainda não está confirmado.”
Ainda segundo ele, a pressão sobre o setor é grande, uma vez que a demanda cresceu extraordinariamente, inclusive acima da disponibilidade do produto. “O que percebemos é que a quantidade de doses no mercado não é suficiente para atender a demanda. A procura pela demanda dobrou em relação a 2017, mas vamos conseguir atender apenas 20% a mais do que no ano passado”, explica.
Acima da meta
Na rede Nissei, a coordenadora farmacêutica Carolina Escobar aponta bons resultados. Por ora, o centro de vacinação, localizado na Av. Sete de Setembro, 6948, trabalha apenas com a vacina trivalente – a quadrivalente deve estar disponível ao público ainda nesta semana. Neste mês o setor já atingiu a meta esperada para abril uma semana antes do fim do mês.
A tendência, contudo, é que a procura pela vacina se acentue ainda mais nas próximas semanas. “Depois da aplicação da dose, demora cerca de 15 dias para o organismo criar os anticorpos. Então o auge da demanda deve ser registrado em meados de maio, mesmo mês em que termina a campanha de vacinação pelo SUS”, explica Carolina.
A campanha pública nacional de vacinação começou na segunda-feira e vai até do dia 1º de junho para um público-alvo previamente definido pelo Ministério da Saúde, os chamados grupos de risco.

Preço varia até 41,7%, mas é menor do que em outros estados
Em Curitiba, o preço da vacina trivalente varia entre R$ 60 e R$ 85, ao passo que a quadrivalente custa de R$ 90 a R$ 120, segundo levantamento feito pelo Bem Paraná junto a 10 clínicas particulares de vacinação. Geraldo Barbosa, presidente da ABCVAC, esclarece que a diferença de preço – que chega a 41,7% no mercado curitibano — se deve a uma série de fatores, entre eles a estrutura e a localização da clínica de vacinação.

Uma boa notícia, contudo, é que por aqui a vacina está mais barata do que no restante do país, onde o preço praticado varia entre R$ 120 e R$ 150 no caso da vacina quadrivalente. “O mercado do Sul está em um centro de custo teoricamente menor, então o preço final do produto também acaba sendo mais baixo. Mas neste ano, por conta do estoque menor do que a demanda, o mercado está trabalhando com zero de desconto.”


O engenheiro agrônomo José Aroldo Gallassini, idealizador e presidente da Coamo está completando 50 anos da sua chegada a região de Campo Mourão. Para marcar a data, ele recebeu homenagem surpresa da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e Sindicato Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Ocepar) no Fórum dos Presidentes das Cooperativas Agropecuárias do Paraná, realizado dia 19 de abril na Coamo, em Campo Mourão. Prestigiaram o evento 51 presidentes de cooperativas, ministro da Agricultura Blairo Maggi, governadora do Paraná Cida Borghetti, cinco deputados federais e outras autoridades e lideranças cooperativistas.

Atributos - “É muito fácil falar do Dr. Aroldo, ele merece este reconhecimento, é um protagonista e expoente do nosso cooperativismo paranaense e brasileiro. Com idealismo, visão e muito trabalho, ele idealizou e criou a Coamo em 28 de novembro de 1970, que é um grande exemplo para o sistema cooperativista e se tornou a maior cooperativa agrícola da América Latina”, explica José Roberto Ricken, presidente do Sistema Ocepar/Sescoop.

Segundo ele, Gallassini é “um idealista, uma pessoa que fala e faz, tem valor e sucesso, é admirado e exemplo a ser seguido dentro e fora da Coamo.”
José Aroldo Gallassini, que em 2017 comemorou 50 anos de formado da Turma de Agronomia de 1967 da Universidade Federal do Paraná, chegou no dia 3 de maio de 19689 a região de Campo Mourão. “O meu sonho de ser um profissional dedicado a agricultura começou muito cedo, quando decidi deixar meus pais em Brusque (SC) e mudar para Curitiba. Lá, me formei agrônomo na UTFPR , com 26 anos. Depois, ingressei na Acarpa, hoje Emater, e pouco tempo fui transferido para Campo Mourão, onde iniciei minhas atividades”, conta Gallassini.

Desafios - Sua vida foi marcada por constantes desafios. E um deles foi a ideia da fundação da Coamo, bem como sua ascensão e crescimento nesses quase 48 anos de existência da cooperativa – fundada em 28 de novembro de 1970. “Fui desafiado a ser agrônomo e fazer orientação técnica a agricultores em uma região cujas terras na sua grande maioria eram ácidas e fracas. E sem dúvida, foi um grande teste em minha vida, que só colaborou para acreditar nos conhecimentos que adquiri nos bancos escolares e nos treinamentos com extensionistas.”

Valores - O homenageado acredita nos valores fundamentais, que segundo ele, jamais podem morrer. “É preciso acreditar na família, nas pessoas, na união, na solidariedade e no espírito comunitário. É importante res¬gatar a confiança nas pessoas, acreditar na palavra empenhada e cultivar, praticar e propagar a honestidade. E que nos tornemos homens e mulheres de fé, acredi¬tando em tempo melhor para esta e para as novas gerações”, afirma Gallassini.

Partilha - Para o presidente da Coamo, o sucesso do cooperativismo praticado pela Coamo deve ser partilhado com a diretoria, cooperados e funcionários. “O que a Coamo mais plantou não está na terra, mas no coração do agricultor e do colaborador, que acreditaram na força da união e da cooperação. Plantamos fé e nasceu a esperança, e os frutos deste trabalho são comemorados merecidamente pela família Coamo.”

Em reunião na Copacol, o prefeito Junior Weiller, acompanhado do presidente da ACIJ, Ricardo Ferreira, da gestora da Assistência Social Municipal, Adriana Campos e de alguns integrantes da Comissão Organizadora da Festa do Aniversário de Jesuítas, foi recebido pelo presidente da cooperativa, Valter Pitol, pelo vice-presidente, James Fernando de Morais e o diretor secretário Silvério Constantino.

Na oportunidade a comitiva, liderada pelo prefeito, convidou pessoalmente a diretoria da Copacol, bem como, levou detalhes da programação da festa, além de definirem o patrocínio da cooperativa para o evento.

Fonte: Assessoria de Imprensa Prefeitura de Jesuítas.

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