Carlos Militão

Carlos Militão

 
Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 2.369 da Mega-Sena, realizado nesta quinta-feira (6) à noite no Espaço Loterias Caixa, no Terminal Rodoviário do Tietê, em São Paulo. Os números sorteados foram 04 - 09 - 17 - 19 - 37 - 60. O próximo concurso, no sábado (8), deve pagar R$ 20 milhões.
 
A quina teve 47 ganhadores e cada um receberá R$ 30.966,61. A quadra teve 3.447 acertadores e pagará o prêmio individual de R$ R$ 603,18.
 
As apostas podem ser feitas até as 19h do dia do sorteio nas lotéricas de todo o país ou pela internet, no site da Caixa. A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 4,50.
Por Agência Brasil - Brasília
Edição: Fábio Massalli

 
Trabalhadores informais e inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) nascidos em junho podem sacar, a partir de hoje (7), a primeira parcela do auxílio emergencial 2021. O dinheiro havia sido depositado nas contas poupança digitais da Caixa Econômica Federal em 18 de abril.
 
Os recursos também poderão ser transferidos para uma conta corrente, sem custos para o usuário. Até agora, o dinheiro podia ser movimentado apenas por meio do aplicativo Caixa Tem, que permite o pagamento de contas domésticas (água, luz, telefone e gás), de boletos, compras em lojas virtuais ou compras com o código QR (versão avançada do código de barras) em maquininhas de estabelecimentos parceiros.
 
Em caso de dúvidas, a central telefônica 111 da Caixa funciona de segunda a domingo, das 7h às 22h. Além disso, o beneficiário pode consultar o site auxilio.caixa.gov.br.
 
O auxílio emergencial foi criado em abril do ano passado pelo governo federal para atender pessoas vulneráveis afetadas pela pandemia de covid-19. Ele foi pago em cinco parcelas de R$ 600 ou R$ 1,2 mil para mães chefes de família monoparental e, depois, estendido até 31 de dezembro de 2020 em até quatro parcelas de R$ 300 ou R$ 600 cada.
 
Neste ano, a nova rodada de pagamentos, durante quatro meses, prevê parcelas de R$ 150 a R$ 375, dependendo do perfil: as famílias, em geral, recebem R$ 250; a família monoparental, chefiada por uma mulher, recebe R$ 375; e pessoas que moram sozinhas recebem R$ 150.
 
Regras
Pelas regras estabelecidas, o auxílio será pago às famílias com renda mensal total de até três salários mínimos, desde que a renda por pessoa seja inferior a meio salário mínimo. É necessário que o beneficiário já tenha sido considerado elegível até o mês de dezembro de 2020, pois não há nova fase de inscrições. Para quem recebe o Bolsa Família, continua valendo a regra do valor mais vantajoso, seja a parcela paga no programa social, seja a do auxílio emergencial.
 
A Agência Brasil elaborou um guia de perguntas e respostas sobre o auxílio emergencial. Entre as dúvidas que o beneficiário pode tirar estão os critérios para receber o benefício, a regularização do CPF e os critérios de desempate dentro da mesma família para ter acesso ao auxílio.
 
Por Wellton Máximo* - Repórter da Agência Brasil - Brasília
* Colaborou Andreia Verdélio
 
Edição: Graça Adjuto

Nove novos casos foram confirmados pela Secretaria de Saúde de Assis Chateaubriand, através do boletim desta quinta-feira (6), totalizando agora 3.032 pessoas contaminadas.
 
Destas, 2.880 estão curadas. Entre os resultados positivos estão quatro homens com idade entre (36 e 69 anos) e cinco mulheres com idade entre (27 e 88 anos)
 
Dos 78 pacientes atualmente em tratamento, moradores de Assis Chateaubriand, dois estão internados na UTI Hospital Beneficente Moacir Micheletto e dois na enfermaria.
 
Enquanto 74 seguem tratamento domiciliar com determinação da Vigilância Sanitária para que mantenham isolamento social. Eles assinaram o Termo de Notificação e Consentimento, onde são alertados das consequências administrativas e criminais previstas em decreto municipal e no Código Penal Brasileiro, caso sejam flagrados descumprindo o isolamento durante o período estabelecido pelos profissionais de saúde.
 
Ainda conforme o novo boletim há 19 casos suspeitos em investigação e o total de exames com resultados negativos é de 2.846.
 
Mortes
 
Assis Chateaubriand registrou 74 óbitos por complicações da Covid-19
 
Mulheres
 
Sendo trinta e seis mulheres com 71, 79, 37, 88, 57, 78, 77, 68, 81, 75, 42, 49, 66, 69, 72, 57,60, 87, 82, 68, 49, 73, 64, 81, 65, 53, 61, 54, 71, 65, 52, 78, 82 e 60 anos, nos dias 28 de agosto, 4 e 5 de junho, 3 de novembro, 4, 18 e 30 de dezembro, 2 ,16, 28 de janeiro, 27 de fevereiro e dois óbitos no dia 11/03, 14, 16, 17 e dois óbitos no dia 18, dois óbitos no dia 19, 24, 27, três no dia 31 de março em 1, 5, dois óbitos dia 8 , 10, 12, 14,16 ,21, e dois casos no dia 24 e 27 de abril de 2021.
 
Homens
 
Trinta e oito homens de 64, 67, 75, 73, 77, 85, 73, 74, 69, 70, dois com 79, 80, 67, 82, 74, 82, 80,78, 41, 47, 28, 53, 36, 79, 80, 93,54 57, 64, 84, 67, 56, 95, 64, 83, 79 e 80 anos, ocorridos nos dias 15, 19 e 26 de dezembro, 25 e 12 de setembro e 13, 14 de julho, 2, 5, 6, 7 ,10, 21, 26, 31 de janeiro, 8 e 12 de fevereiro, 2, 4 ,5, 19 e dois no dia 20 e outros dois confirmados no dia 25 e um no dia 26, um no dia 27, outro no dia 28, 29 de março e outros dois no dia 2 ,11, 14 ,16, 24 e 25 de abril e 3 de maio.

 
Estudo divulgado pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) revela que a atividade econômica no Brasil experimentou retração de 6,7% no período de 12 meses, iniciado em março de 2020, com o surgimento da pandemia do novo coronavírus, até fevereiro de 2021.
 
O levantamento O impacto regional da pandemia nos três grandes setores econômicos mostra quais os estados brasileiros sofreram mais fortemente os efeitos da covid-19.
 
Para isso, os economistas da Firjan usaram dados disponibilizados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para os três grandes setores da economia (indústria, comércio e serviços). 
 
O gerente de Estudos Econômicos da Firjan, Jonathas Goulart, disse hoje (6) à Agência Brasil que somente 14 unidades da federação têm informações mensais para as pesquisas do IBGE. Juntos, esses estados representam 87,8% do Produto Interno Bruto (PIB, soma de todos os bens e serviços produzidos no país) nacional.
 
Serviços
No setor de serviços, os estados da Bahia e do Ceará, que têm maior peso do setor no PIB, apresentam as piores taxas, de -16,2,% e -15,3%, respectivamente. “Os estados que têm atividade de serviços mais forte dentro da sua produção, do seu PIB, acabaram tendo mais bens impactados e sofrendo mais os revezes da pandemia do novo coronavírus, ao passo que os estados que têm indústria mais forte acabaram sofrendo menos”, afirmou.
 
No Rio de Janeiro, onde o setor tem peso de quase 70% no PIB, a queda foi de 8,6%. “São estados que têm atividade de turismo também muito forte”, destacou o economista. Em termos de país, a retração de serviços atingiu 8,3%.
 
Além da Bahia, do Ceará e do Rio de Janeiro, foram avaliados os resultados do Rio Grande do Sul (-13%), Pernambuco (-14,6%), Espírito Santo (-7%), São Paulo (-8,1%), Paraná (-10,6%), Goiás (-7,2%), Minas Gerais (-5,2%), Mato Grosso (-2,2%), Santa Catarina (-2,9%) e Pará (-0,7%). Na análise setorial, o setor de serviços teve taxa positiva somente no Amazonas (+0,6%), explicada pelo desempenho do segmento de logística, que teve grande escalada de demanda por conta do crescimento das vendas 'online'.
 
Comércio e indústria
No comércio, metade dos estados analisados registrou taxa negativa. São eles Bahia (-8,5%), Rio Grande do Sul (-6,7%), Ceará (-5,7%), São Paulo (-4,4%), Rio de Janeiro (-4,2%), Goiás (-3,1%) e Paraná (-1,2%).
 
No Brasil, a atividade do comércio caiu 1,9% entre março de 2020 e fevereiro deste ano. Pará teve o melhor desempenho no comércio (+8,1%), explicado, principalmente, pelas vendas no e-commerce ( comércio eletrônico). O setor evoluiu de forma positiva também em Pernambuco e Mato Grosso (+0,1% cada), Santa Catarina (+1,9%), Amazonas (+2,4%), Minas Gerais (+2,8%) e Espírito Santo (+3,6%).
 
Segundo o economista, a indústria no Rio de Janeiro, em especial a indústria extrativa, conseguiu manter a trajetória de produção, “mesmo em ano de pandemia”. Isso fez com que a atividade industrial do estado impedisse uma queda maior da atividade econômica no estado. A atividade industrial caiu 2,1% no estado, nos 12 meses analisados, metade da queda registrada para o setor no Brasil (-4,2%).
 
A indústria registrou taxa positiva somente em Pernambuco (+3%) e no Pará (+0,1%). Nesse estado, o destaque vai para a indústria extrativa, impulsionada pelas exportações de mínério de ferro, informou Goulart.
 
As maiores quedas no setor industrial foram observadas no Espírito Santo (-13,9%) e na Bahia (-9,3%). Na Bahia, segundo Goulart, o estado sofreu muito com a queda da produção de veículos (-55,5% na taxa acumulada em doze meses até fevereiro de 2021), intensificada pelo fechamento da fábrica da Ford, em Camaçari.
 
Ranking
O estudo traça ainda um ranking de desempenho da atividade econômica, levando em consideração o peso de cada setor no respectivo PIB de cada estado. A percepção é que os estados com maior peso do setor de serviços no PIB tiveram a maior queda em sua atividade econômica nos doze meses avaliados. É o caso da Bahia (-13,5%) e do Ceará (-12%). No sentido inverso, o único estado com aumento da atividade foi o Pará (+0,6%).
 
Nos demais estados, a atividade econômica foi negativa no Rio Grande do Sul (-10,5%), em Pernambuco (-7,9%), no Espírito Santo (-7,7%), em São Paulo (-6,9%), no Paraná (-6,8%), no Rio de Janeiro (-6,6%), em Goiás (-5,1%), em Minas Gerais (-2,9%), no Mato Grosso (-2,5%), em Santa Catarina e no Amazonas (-2,1% cada).
 
Para a Firjan, diante do comportamento crítico da atividade econômica nos estados analisados, a velocidade e o sucesso do programa de imunização contra a covid-19 são fundamentais para que o país consiga superar a crise gerada pela pandemia.
Por Alana Gandra - Repórter da Agência Brasil - Rio de Janeiro
Edição: Maria Claudia

 
Após três meses de retiradas líquidas, a aplicação financeira mais tradicional dos brasileiros voltou a captar recursos. Em março, os brasileiros depositaram R$ 3,84 bilhões a mais do que sacaram na caderneta de poupança, informou hoje (6) o Banco Central (BC).
 
Apesar do desempenho positivo, a captação é inferior à registrada em abril do ano passado. Naquele mês, os brasileiros tinham depositado R$ 30,46 bilhões a mais do que tinham retirado da poupança.
 
Com o desempenho de abril, a poupança acumula retirada líquida de R$ 23,7 bilhões nos quatro primeiros meses do ano. Essa é a maior retirada acumulada para o primeiro quadrimestre desde 2016, quando os saques tinham superado os depósitos em R$ 32,3 bilhões.
 
O principal responsável pelo resultado positivo na poupança foi a retomada do pagamento do auxílio emergencial. A Caixa Econômica Federal depositou o dinheiro em contas poupança digitais, que acumulam rendimentos. Nessa rodada, o benefício paga parcelas de R$ 150, R$ 250 e R$ 375 por mês, dependendo da família do beneficiário.
 
No ano passado, a poupança tinha captado R$ 166,31 bilhões em recursos, o maior valor anual da série histórica. Além do depósito do auxílio emergencial nas contas poupança digitais ao longo de oito meses em 2020, a instabilidade no mercado de títulos públicos nas fases mais agudas da pandemia da covid-19 atraiu o interesse na poupança, mesmo com a aplicação rendendo menos que a inflação.
 
Rendimento
Com rendimento de 70% da taxa Selic (juros básicos da economia), a poupança rendeu apenas 1,63% nos 12 meses terminados em abril, segundo o Banco Central. No mesmo período, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15), considerado prévia da inflação, atingiu 6,17%. O IPCA cheio de março será divulgado na próxima terça-feira (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
 
A perda de rendimento da poupança está atrelada a dois fatores. O primeiro são os juros baixos. Atualmente a taxa Selic está em 3,5% ao ano, depois de ficar em 2% ao ano, no menor nível da história, entre agosto de 2020 e março de 2021. O segundo fator foi a alta nos preços dos alimentos e do dólar, que impactam a inflação desde o segundo semestre do ano passado.
 
Para este ano, o Boletim Focus, pesquisa com instituições financeiras divulgada pelo Banco Central, prevê inflação oficial de 5,04% pelo IPCA. Com a atual fórmula, a poupança renderia pouco menos de 2,5% este ano, caso a Selic permaneça em 3,5% durante todo o ano. O rendimento pode ser um pouco maior caso o Banco Central aumente a taxa Selic nas próximas reuniões do Comitê de Política Monetária (Copom).
Por Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil - Brasília
Edição: Fernando Fraga

 
O presidente Jair Bolsonaro vetou integralmente o projeto de lei 639/2021, aprovado pela Câmara dos Deputados no último dia 13 de abril, que estendia o prazo para entrega da declaração do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) de 2021 de 31 de maio para 31 de julho. O veto será publicado na edição desta quinta-feira (6) do Diário Oficial da União, mas poderá ser derrubado pelo Congresso Nacional. O presidente acatou recomendação da equipe econômica para não estender o prazo. 
 
Segundo o governo, apesar de "meritória", a prorrogação do prazo contrariava o interesse público porque seria o terceiro adiamento consecutivo da entrega da declaração este ano. Uma nova postergação, de acordo com a equipe econômica, poderia afetar o fluxo de caixa do governo, prejudicando a arrecadação da União, dos estados e dos municípios, já que impactaria no repasse dos recursos destinados ao Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal (FPE) e no Fundo de Participação dos Municípios (FPM). 
 
"Desse modo, a proposta foi objeto de veto por causar um desequilíbrio do fluxo de recursos, o que poderia afetar a possibilidade de manter as restituições para os contribuintes, além de comprometer a arrecadação dos entes federativos. Em abril deste ano, a Receita Federal publicou a Instrução Normativa RFB nº 2.020/2021 adiando o prazo de entrega da Declaração de Imposto de Renda do exercício de 2021, de abril para maio, como forma de suavizar as dificuldades impostas pela pandemia do coronavírus (covid-19)", informou, em nota, a Secretaria-Geral da Presidência da República.
 
Por Pedro Rafael Vilela - Repórter da Agência Brasil - Brasília
Edição: Claudia Felczak

Três novos casos foram confirmados pela Secretaria de Saúde de Assis Chateaubriand, através do boletim desta quarta-feira (5), totalizando agora 3.023 pessoas contaminadas.
 
Destas, 2.880 estão curadas. Entre os resultados positivos estão dois homens com 55 e 62 anos e uma mulher com 55 anos
 
Dos 69 pacientes atualmente em tratamento, moradores de Assis Chateaubriand, dois estão internados na UTI Hospital Beneficente Moacir Micheletto e dois na enfermaria.
 
Enquanto 65 seguem tratamento domiciliar com determinação da Vigilância Sanitária para que mantenham isolamento social. Eles assinaram o Termo de Notificação e Consentimento, onde são alertados das consequências administrativas e criminais previstas em decreto municipal e no Código Penal Brasileiro, caso sejam flagrados descumprindo o isolamento durante o período estabelecido pelos profissionais de saúde.
 
Ainda conforme o novo boletim há 26 casos suspeitos em investigação e o total de exames com resultados negativos é de 2.838.
 
Mortes
 
Assis Chateaubriand registrou 74 óbitos por complicações da Covid-19
 
Mulheres
 
Sendo trinta e seis mulheres com 71, 79, 37, 88, 57, 78, 77, 68, 81, 75, 42, 49, 66, 69, 72, 57,60, 87, 82, 68, 49, 73, 64, 81, 65, 53, 61, 54, 71, 65, 52, 78, 82 e 60 anos, nos dias 28 de agosto, 4 e 5 de junho, 3 de novembro, 4, 18 e 30 de dezembro, 2 ,16, 28 de janeiro, 27 de fevereiro e dois óbitos no dia 11/03, 14, 16, 17 e dois óbitos no dia 18, dois óbitos no dia 19, 24, 27, três no dia 31 de março em 1, 5, dois óbitos dia 8 , 10, 12, 14,16 ,21, e dois casos no dia 24 e 27 de abril de 2021.
 
Homens
 
Trinta e oito homens de 64, 67, 75, 73, 77, 85, 73, 74, 69, 70, dois com 79, 80, 67, 82, 74, 82, 80,78, 41, 47, 28, 53, 36, 79, 80, 93,54 57, 64, 84, 67, 56, 95, 64, 83, 79 e 80 anos, ocorridos nos dias 15, 19 e 26 de dezembro, 25 e 12 de setembro e 13, 14 de julho, 2, 5, 6, 7 ,10, 21, 26, 31 de janeiro, 8 e 12 de fevereiro, 2, 4 ,5, 19 e dois no dia 20 e outros dois confirmados no dia 25 e um no dia 26, um no dia 27, outro no dia 28, 29 de março e outros dois no dia 2 ,11, 14 ,16, 24 e 25 de abril e 3 de maio.
 
 

Quarta, 05 Maio 2021 07:25

Ator Paulo Gustavo morre de covid-19

 
O ator Paulo Gustavo, de 42 anos, morreu hoje (4) vítima de complicações causadas pela covid-19. Ele estava internado desde 13 de março no Hospital Copa Star, em Copacabana, na zona sul do Rio de Janeiro.
 
O estado de saúde piorou desde domingo (2). Na tarde desta terça-feira, a família do ator divulgou uma nota classificando o quadro clínico do ator como “irreversível”. A informação foi divulgada na conta oficial do Twiter do comediante. Segundo a nota, desde o último domingo o quadro do ator vinha se deteriorando.
 
"Internado desde 13 de março, no Rio de Janeiro, com quadro de covid-19, Paulo Gustavo permanece  no Serviço de Terapia Intensiva. A equipe médica acaba de emitir, novo boletim: Após a constatação da embolia gasosa disseminada ocorrida no último domingo, em decorrência de fístula brônquio-venosa, o estado de saúde do paciente vem deteriorando de forma importante. Apesar da irreversibilidade do quadro, o paciente ainda se encontra com sinais vitais presentes."
 
Na mesma nota, a família do ator agradece o carinho dos fãs e admiradores e pede orações a Paulo Gustavo e às demais pessoas acometidas pela covid-19. 
 
Na noite desta terça-feira, foi confirmada a morte de Paulo Gustavo na conta oficial do ator no Twitter.Carreira
Paulo Gustavo nasceu em Niterói, no Rio de Janeiro, e iniciou a carreira em 2006, quando foi indicado ao prêmio Shell no ano de estreia de Minha Mãe é uma Peça, comédia que montou para o teatro e que o consagrou nacionalmente quando foi adaptada para o cinema. 
 
Na personagem Dona Hermínia, Paulo Gustavo homenageou sua própria mãe, Dea Lúcia, em uma interpretação que conquistou a identificação do público e garantiu a continuação, Minha Mãe é uma Peça 2, que também foi sucesso de bilheteria.
 
Em 15 anos de carreira, Paulo Gustavo fez cinco peças de destaque para o teatro e também atuou na TV, com cinco programas no canal Multishow: 220 Volts – A Série, Vai Que Cola, Paulo Gustavo na Estrada, A Vila e Além da Ilha.
 
Paulo Gustavo casou-se em 2015 com Thales Bretas, com quem tem dois filhos: Romeu e Gael, de um ano e oito meses.
Por Vinícius Lisbôa e Vladimir Platonow - Repórteres da Agência Brasil - Rio de Janeiro
Edição: Fábio Massalli

 
Trabalhadores informais e inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) nascidos em abril podem sacar, a partir de hoje (5) a primeira parcela do auxílio emergencial 2021. O dinheiro havia sido depositado nas contas poupança digitais da Caixa Econômica Federal em 13 de abril.
 
Os recursos também poderão ser transferidos para uma conta corrente, sem custos para o usuário. Até agora, o dinheiro podia ser movimentado apenas por meio do aplicativo Caixa Tem, que permite o pagamento de contas domésticas (água, luz, telefone e gás), de boletos, compras em lojas virtuais ou compras com o código QR (versão avançada do código de barras) em maquininhas de estabelecimentos parceiros.
 
Em caso de dúvidas, a central telefônica 111 da Caixa funciona de segunda a domingo, das 7h às 22h. Além disso, o beneficiário pode consultar o site auxilio.caixa.gov.br.
 
O auxílio emergencial foi criado em abril do ano passado pelo governo federal para atender pessoas vulneráveis afetadas pela pandemia de covid-19. Ele foi pago em cinco parcelas de R$ 600 ou R$ 1,2 mil para mães chefes de família monoparental e, depois, estendido até 31 de dezembro de 2020 em até quatro parcelas de R$ 300 ou R$ 600 cada.
 
Neste ano, a nova rodada de pagamentos, durante quatro meses, prevê parcelas de R$ 150 a R$ 375, dependendo do perfil: as famílias, em geral, recebem R$ 250; a família monoparental, chefiada por uma mulher, recebe R$ 375; e pessoas que moram sozinhas recebem R$ 150.
 
Regras
Pelas regras estabelecidas, o auxílio será pago às famílias com renda mensal total de até três salários mínimos, desde que a renda por pessoa seja inferior a meio salário mínimo. É necessário que o beneficiário já tenha sido considerado elegível até o mês de dezembro de 2020, pois não há nova fase de inscrições. Para quem recebe o Bolsa Família, continua valendo a regra do valor mais vantajoso, seja a parcela paga no programa social, seja a do auxílio emergencial.
 
A Agência Brasil elaborou um guia de perguntas e respostas sobre o auxílio emergencial. Entre as dúvidas que o beneficiário pode tirar estão os critérios para receber o benefício, a regularização do CPF e os critérios de desempate dentro da mesma família para ter acesso ao auxílio.
Por * Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil - Brasília
* Colaborou Andreia Verdélio
 
Edição: Graça Adjuto

 
A parcela de famílias com dívidas em atraso ou não cresceu no país em abril deste ano para 67,5%. Em março, o percentual era de 67,3%. Os dados foram divulgados hoje (4) pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).
 
O resultado de abril deste ano é o mais alto desde agosto de 2020, quando também registrou-se um percentual de 67,5%.
 
Já o percentual de inadimplentes, isto é, aqueles que têm dívidas ou contas em atraso, caiu de abril do ano passado de 25,3% e março deste ano, de 24,4%, para 24,2% em abril deste ano. Essa é a menor taxa desde fevereiro do ano passado, portanto, período pré-pandemia, de 24,1%.
 
A parcela de famílias que não terão condições de pagar suas dívidas ficou em 10,4% em abril deste ano, abaixo dos 10,5% de março deste ano mas acima dos 9,9% de abril do ano passado.
 
O tempo médio de comprometimento com dívidas entre as famílias foi de 6,8 meses em abril. O tempo médio de atraso na quitação das dívidas pelos inadimplentes está em queda desde dezembro e atingiu 61,4 dias em abril, o menor prazo desde julho de 2020. 
 
O percentual das famílias que utilizam o cartão de crédito como principal modalidade de dívida voltou a crescer e chegou a um novo recorde de 80,9% do total de famílias, segundo a CNC.
Por Vitor Abdala - Repórter da Agência Brasil - Rio de Janeiro
Edição: Fernando Fraga

Pagina 1 de 64